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proximopasso
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Vou deixar aqui um texto que fiz pra prova de Produção Textual. Tirei 10 e recebi elogios =)
Uma família grande. Pose tradicional. Olha o passarinho! E lá estão vários rostos imortalizados, diversos pensamentos congelados para sempre.
Família, família. Papai, Mamãe, Titia. Vovô, vovó, sobrinha. Quando penso em família, a música dos Titãs vem logo em minha cabeça. Família é tudo igual, sim. Só muda de endereço. Livrando-me dos clichês, como seria bom poder congelar a minha família pela eternidade. Mesmo que fosse em uma fotografia. Que bom seria!
A minha família é pequena. Talvez por estar mais velha e já ter dado início a uma nova ramificação dessa pequena árvore, sinto uma grande necessidade de me agarrar às raízes, de poder abraçar minha pequena família e não soltá-los, de desfazer mágoas e reunir todos novamente numa grande festa de Natal como as da minha infância.
O que terá acontecido?
Por que alguns têm que ir embora sem que possamos dizer o quanto eram importantes? Sem que ao menos tenhamos gravado um número satisfatório de recordações para recorrermos durante o resto da nossa vida sem eles.
Quero, sim, papai, mamãe, vovô, vovó, titia, bebê chorando, crianças correndo, cachorro e papagaio.
Quero, sim, sair da maternidade e ser recebida por todos e reclamar que, com aquele barulho de alegria que estão fazendo, vão acordar meu filho.
Quero, sim, reunir a família em volta de uma grande e farta mesa no Natal.
Quero, sim, poder juntar minha família para uma foto e, assim, imortalizá-los.
Porque já nascemos e morremos sozinhos, então que pelo menos a jornada até o destino final, seja acompanhado e repleta de boas lembranças.
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As coisas estão movimentadas por aqui e isso é muito bom, pois teremos várias emoções pela frente e, como sou ansiosa, o quanto mais me ocupar, melhor!
As provas na faculdade terminaram e eu fui bem em todas. Muito bem, aliás. Apenas uma nota 8 e as outras todas acima de 9. Uau!
E domingo completamos 2 anos de casados! Como passa rápido...
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Quando eu tinha blog, escrevia em forma de diário, relatava os fatos mais importantes que tinham acontecido comigo. Cansei de escrever assim e quando mudei pra esse canto, decidi que iria tentar ser menos "detalhista". Quem já foi vítima da Internet, fica com um pé atrás. Mas hoje me deu vontade de voltar ao estilo diário, então aproveitem:
Sábado fomos ao casamento de um primo do marido. Já estamos juntos há 13 anos e esse foi o primeiro casamento na família dele (sem contar com o nosso). O noivo e a noiva são bem simples e muitos parentes ajudaram pra que eles tivessem uma festa de casamento. Foi uma festa "comunitária". Um dos padrinhos pagou o salão, outro o fotógrafo, a minha sogra fez alguns salgados e bem-casados, etc. Eu e marido ficamos surpresos quando chegamos na festa. Dançamos muito, comemos bastante e fiquei feliz em ver o casal tendo um momento inesquecível como aquele.
Destaques da noite:
Meu sogro super mal-vestido de calça jeans e camisa pólo; Yasmin, a mais nova priminha (3 meses), toda linda num vestidinho vermelho Eu rebolando até o chão (hahaha) Fotos do meu pé e do pé da Alessandra, super pretos de tanto dançar (ninguém merece dançar de salto agulha...hehe)
Estou em semana de provas na faculdade. Loucura! Nunca gostei de estudar e cada vez me pergunto o porquê de estar fazendo uma segunda faculdade...Mas aprender é sempre válido, né?
Estou na expectativa de muitas coisas acontecerem. Bico fechado, mas torçam por mim, tá? Tô "necessitada" de coisas novas...
Meu avô materno está morando na casa de praia dos meus pais. Assim fica mais perto da gente. Antes ele morava em outro estado. Apesar de termos ficado afastados por muito tempo, fico feliz em recuperar mais um pouco do contato com a família.
E hoje estou em casa. Só não matei o trabalho em uma terça-feira esse mês. Todas as outras foram enforcadas. É vergonhoso, mas se você trabalhasse onde eu trabalho, faria essas coisas tb.
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Mais metas cumpridas na lista de 101 coisas em 1001 dias!!!
20 Mudar meus documentos com o nome de solteira (identidade - ok, passaporte - ok)
36 incentivar outra pessoa a fazer uma lista de 101 coisas em 1001 dias (Cami do blog Politicamente Correta fez em setembro de 2006. Obrigada, Cami...hehe)
60 dar o DVD de Simplesmente Amor pra ele (estávamos na Lojas Americanas, ele viu o DVD em promoção e comprou)
73 fazer um quadro pra colocar fotos PB do casamento no nosso quarto (compramos um, mas colocamos na sala e não tem só fotos do casamento...hehe)
75 comprar outro quadro grande pra sala (não precisa, pois levamos o do quarto pra sala)
76 me livrar dos computadores velhos que estão no chão do quartinho (finalmente me livrei das tralhas em setembro de 2006)
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Ansiedade (de novo) Algumas teorias já estão certas na minha cabeça, mas eu - às vezes - ainda acredito que posso ser dona do meu destino e aí...plaft! Eu me esparramo no chão. A vida nos mostra que temos que dar tempo ao tempo. E aí vc lembra daquela teoria que já aprendeu há anos e que insiste em lutar contra. Pronto! Vc sossega de novo. Espero que eu me lembre disso na próxima vez que a ansiedade quiser me pegar!
Família A família sempre foi muito importante pra mim, mas agora que estou mais "velha" estou ainda mais sentimental e disposta a lutar pra passar o tempo que eu puder com eles. Me entristece ver como algumas pessoas conseguem desprezar os que têm seu mesmo sangue, os que já tiveram uma grande importância pra sua vida. O mundo está muito egoísta mesmo. Pelo menos vou fazer a minha parte para deixar as coisas um pouco melhores!
Amigos Ontem tivemos uma noite maravilhosa com seis amigos. Estava com saudade de momentos assim. É tão difícil sairmos com casais. Isso acontecia quando terminamos a escola. Saíamos sempre com dois casais de amigos, viajávamos juntos, comemoramos começos de ano, curtíamos carnavais...mas um dia um dos casais terminou e todos acabaram se afastando. Ainda bem que a Internet existe e conseguimos essas novas amizades.
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Eu descobri há pouco tempo que sou ansiosa...ou melhor: MUITO ansiosa. Acho que percebi isso na época dos preparativos do meu casamento (2003/2004), mas segundo minha mãe eu sempre fui ansiosa. E mãe sabe do que tá falando, né?
Essa semana, durante a aula de Teoria da Literatura, a professora falou uma coisa que me fez "viajar" nos pensamentos. Aliás, a aula dela é tão "filosófica", que nos faz ter umas viagens quase depressivas.
Mas voltemos ao meu pensamento durante a aula. A professora disse que o medo da morte faz com que fiquemos mais produtivos, tenhamos mais vontade de viver.
Eu odeio pensar sobre a morte, me recuso até a falar sobre isso. Fuga da realidade? Talvez. E, então, veio a aula de Teoria da Literatura e uma sensação meio angustiante que tenho tido há algum tempo. Percebi que somos apenas "fantoches" de Deus. Podemos batalhar pelo que queremos, podemos ter sonhos fáceis de serem atingidos, mas só Ele sabe como será nossa vida. E não ter controle da nossa própria vida é algo triste, que gera uma certa angústia. Algo muito triste que eu me recuso a aceitar (a angústia e não Deus).
Carpe Diem nunca fez tanto sentido pra mim quanto agora. Mas tem coisas que precisam de tempo pra se concretizar e é quase inevitável sonhar com elas, sonhar com o futuro.
Todos dizem que Deus sabe o que faz, mas tem coisas tão difíceis de aceitar, né? Como batalhar pelos nossos sonhos sabendo que Deus é quem manda? Se você tiver a resposta, me fale. Talvez isso possa controlar minha ansiedade.
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Há muito tempo eu não falo sobre as metas já alcançadas da minha lista de 101 coisas (postada dia 26 de abril - é só procurar nos arquivos!). Portanto, aí vai:
Ir ao dentista - cumprido em 20 de julho Estava de férias e marquei uma consulta. O melhor foi saber que estava tudo em ordem e só precisar fazer uma limpeza.
Me desfazer do quadro da sala - cumprido em 20 de julho Quando viajamos pra Recife, o marido comprou uma tela com uma paisagem de praia pra colocarmos na nossa casa. Eu não tinha gostado muito, mas acabei topando. Mandamos fazer uma moldura pra tela, colocamos na sala, mas eu não gostei mesmo da coitada. Dei pra sogra colocar na casa de praia.
Passear com a Fê e o Mauro quando eles vierem ao RJ - cumprido em 26 de agosto A Fê é uma das minhas amigas virtuais mais antigas. Nem me lembro como começou a amizade, só sei que meu carinho por ela é enorme. Foi uma honra a presença dela no meu casamento. E agora, quase dois anos depois, nos reencontramos. E pude conhecer o amor da Fê, o Mauro. Foi um dia maravilhoso!
Conhecer o Cristo Redentor - cumprido em 26 de agosto Adivinha aonde fomos encontrar a Fê e o Mauro? Pois é. No Cristo Redentor. Eu já conhecia o monumento, mas era muito pequena e meus pais não registraram o passeio. Portanto, voltei ao local com o maridão e os amigos paulistas. Ficamos maior tempão lá em cima namorando a vista e fotografando...
Outras metas estão sendo cumpridas também, mas como têm uma duração maior prevista, ainda não as considero cumpridas "totalmente". Por exemplo: ir ao cinema uma vez a cada três meses, visitar os sogros todo mês, visitar minha vó com mais frequência, beber refrigerante só nos finais de semana, etc.
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Aulas recomeçaram, marido em novo cargo chegando mais tarde em casa, horas passando muito devagar no trabalho.
Durante a semana pouca coisa me faz feliz de verdade. É triste falar isso, pois sou muito agradecida por poder levantar todas as manhãs, por ter saúde, casa, por ter quem me ame, por amar, pelo sol fraco e a brisa gostosa. Agradeço, sim, pelas "pequenas grandes" coisas da vida. Mas só quando chega o final de semana me sinto completa. E essa felicidade transborda de uma maneira tão deliciosa que só eu entendo. Às vezes até me convenço que seria feliz com um amor, uma cabana e nada mais. Mas logo a vida me faz despertar e continuar ansiosa pelos próximos finais de semana.
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Cara amiga carioca (ou de qualquer outro lugar tão quente quanto o RJ),
como você consegue ser elegante, se vestir bem, andando de ônibus?
Por favor, cara amiga, me explique. Eu não consigo acreditar numa coisa dessa.
Você pega ônibus com ar condicionado? Aaah, tá. Aí dá até uma aliviada, a não ser no dia que a brisa de montanha vira bafo quente de tanta gente que está no coletivo.
Mas eu, cara amiga, não tenho ônibus com ar à minha disposição. Eu acho lindo as mulheres de terninho, cabelo solto, maquiagem impecável, sapato alto. Mas como elas conseguem?
Eu pego o busão lotado, geralmente às 7:30, e em poucos minutos já estou toda amarrotada, suada e roxa por prender a respiração por muito tempo, já que tem um cidadão ao meu lado que esqueceu de colocar desodorante. Como ser elegante assim?
Meu lema é "conforto em primeiro lugar" e já que algumas gordurinhas estão fora de lugar, minhas opções de vestuário são um pouco delimitadas. Acho que a maioria dos donos de lojas de roupa querem que os gordinhos morram...ou que não usem suas marcas. Ô dificuldade achar uma roupa bonita de tamanho maior que o 40! E as brasileiras tem quadril largo, pô. Aí eu acabo usando saias, blusinhas de alça e sandália baixinha. Fico parecendo uma hippie e, nada contra eles, mas esse estilinho não me cai bem. Eu quero ser chique, benhê!
Mas todo dia agradeço aos céus por, pelo menos, não precisar pegar kombi. Aí, sim, a elegância iria parar no dedão do pé!
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Segunda-feira, quando já estávamos há uma semana sem banho quente, veio mais um funcionário da CEG aqui em casa e descobriu que o outro funcionário tinha colocado um lacre no nosso aquecedor porque o bichinho precisava ser trocado. Como que o cidadão teve coragem de lacrar o aquecedor, condenar o pobrezinho à morte e não nos comunicar?
Enfim, na quarta compramos um aquecedor novinho, pequenininho, um verdadeiro bebê. Muito diferente do dinossauro que ocupava nosso banheiro. Quinta-feira a autorizada do aquecedor mandou um rapaz para fazer a instalação e agora temos água quente novamente! Adeus balde e canequinha =P
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