| proximopasso ( @ 2006-10-06 19:22:00 |
Pra fechar uma semana muito boa...
Vou deixar aqui um texto que fiz pra prova de Produção Textual. Tirei 10 e recebi elogios =)
Uma família grande. Pose tradicional. Olha o passarinho! E lá estão vários rostos imortalizados, diversos pensamentos congelados para sempre.
Família, família. Papai, Mamãe, Titia. Vovô, vovó, sobrinha. Quando penso em família, a música dos Titãs vem logo em minha cabeça. Família é tudo igual, sim. Só muda de endereço. Livrando-me dos clichês, como seria bom poder congelar a minha família pela eternidade. Mesmo que fosse em uma fotografia. Que bom seria!
A minha família é pequena. Talvez por estar mais velha e já ter dado início a uma nova ramificação dessa pequena árvore, sinto uma grande necessidade de me agarrar às raízes, de poder abraçar minha pequena família e não soltá-los, de desfazer mágoas e reunir todos novamente numa grande festa de Natal como as da minha infância.
O que terá acontecido?
Por que alguns têm que ir embora sem que possamos dizer o quanto eram importantes? Sem que ao menos tenhamos gravado um número satisfatório de recordações para recorrermos durante o resto da nossa vida sem eles.
Quero, sim, papai, mamãe, vovô, vovó, titia, bebê chorando, crianças correndo, cachorro e papagaio.
Quero, sim, sair da maternidade e ser recebida por todos e reclamar que, com aquele barulho de alegria que estão fazendo, vão acordar meu filho.
Quero, sim, reunir a família em volta de uma grande e farta mesa no Natal.
Quero, sim, poder juntar minha família para uma foto e, assim, imortalizá-los.
Porque já nascemos e morremos sozinhos, então que pelo menos a jornada até o destino final, seja acompanhado e repleta de boas lembranças.
Vou deixar aqui um texto que fiz pra prova de Produção Textual. Tirei 10 e recebi elogios =)
Uma família grande. Pose tradicional. Olha o passarinho! E lá estão vários rostos imortalizados, diversos pensamentos congelados para sempre.
Família, família. Papai, Mamãe, Titia. Vovô, vovó, sobrinha. Quando penso em família, a música dos Titãs vem logo em minha cabeça. Família é tudo igual, sim. Só muda de endereço. Livrando-me dos clichês, como seria bom poder congelar a minha família pela eternidade. Mesmo que fosse em uma fotografia. Que bom seria!
A minha família é pequena. Talvez por estar mais velha e já ter dado início a uma nova ramificação dessa pequena árvore, sinto uma grande necessidade de me agarrar às raízes, de poder abraçar minha pequena família e não soltá-los, de desfazer mágoas e reunir todos novamente numa grande festa de Natal como as da minha infância.
O que terá acontecido?
Por que alguns têm que ir embora sem que possamos dizer o quanto eram importantes? Sem que ao menos tenhamos gravado um número satisfatório de recordações para recorrermos durante o resto da nossa vida sem eles.
Quero, sim, papai, mamãe, vovô, vovó, titia, bebê chorando, crianças correndo, cachorro e papagaio.
Quero, sim, sair da maternidade e ser recebida por todos e reclamar que, com aquele barulho de alegria que estão fazendo, vão acordar meu filho.
Quero, sim, reunir a família em volta de uma grande e farta mesa no Natal.
Quero, sim, poder juntar minha família para uma foto e, assim, imortalizá-los.
Porque já nascemos e morremos sozinhos, então que pelo menos a jornada até o destino final, seja acompanhado e repleta de boas lembranças.